A vida e obra do pintor setubalense João Vaz foi abordada num encontro que decorreu no sábado, 27 de Fevereiro, na Casa da Baía, no âmbito das comemorações dos 150 anos do nascimento do artista.
A biografia do pintor foi apresentada pela técnica municipal Ana Catarina Stoyanoff, que, através de uma investigação pela imprensa local do final do século XIX e início do século XX, explorou factos não só da vida e obra de João Vaz, como as homenagens póstumas.
A biografia do pintor foi apresentada pela técnica municipal Ana Catarina Stoyanoff, que, através de uma investigação pela imprensa local do final do século XIX e início do século XX, explorou factos não só da vida e obra de João Vaz, como as homenagens póstumas.
Tributos prestados pelos setubalenses, como o busto do pintor, colocado no Largo do Carmo, e a primeira exposição da obra de João Vaz em Setúbal, ambos em 1949, demonstram a relação entre o artista e a cidade.
Essa ligação foi constatada pelas cerca de 800 pessoas que, ao longo de mais de dois meses, visitaram a exposição “João Vaz e Setúbal”, patente até 27 de Fevereiro, na Casa da Baía.
A mostra, visitada Pedro Morais Vaz, bisneto do autor, estabeleceu também relações entre as obras que caracterizam a evolução da carreira de pintor, apresentando, inclusivamente, produções até agora desconhecidas do público.
O enquadramento, os temas e as influências da pintura e da literatura da época na obra de João Vaz, que se manteve na temática naturalista, foram explicados na conferência de sábado por Baptista Pereira.
Já o professor e pintor António Galrinho abordou as questões da estética e da técnica da corrente naturalista.
O encontro terminou com uma visita à exposição, que enquanto esteve patente foi também vista por alunos do 1.º ciclo ao ensino profissional.
Essa ligação foi constatada pelas cerca de 800 pessoas que, ao longo de mais de dois meses, visitaram a exposição “João Vaz e Setúbal”, patente até 27 de Fevereiro, na Casa da Baía.
A mostra, visitada Pedro Morais Vaz, bisneto do autor, estabeleceu também relações entre as obras que caracterizam a evolução da carreira de pintor, apresentando, inclusivamente, produções até agora desconhecidas do público.
O enquadramento, os temas e as influências da pintura e da literatura da época na obra de João Vaz, que se manteve na temática naturalista, foram explicados na conferência de sábado por Baptista Pereira.
Já o professor e pintor António Galrinho abordou as questões da estética e da técnica da corrente naturalista.
O encontro terminou com uma visita à exposição, que enquanto esteve patente foi também vista por alunos do 1.º ciclo ao ensino profissional.
















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